24 de julho de 2014

Diálogos

Eu digo que sou estranha.
Você diz que sou fofa.
Eu digo que sou bisonha.
Você diz que sou linda.
Eu digo que não sou tão criativa.
Você ri e diz que você gosta de tudo o que tento imaginar.
Basicamente eu falo, falo, falo, sem parar...
Você só lê e rir... diz que quer me apertar e me chama de meu bem.
Eu fico sem o que lhe dizer, e digo... não sei o que dizer.
Você ri e diz para eu dizer qualquer coisa.
Eu digo, por que me apertar?
Você diz... porque eu adoro te apertar, você é toda fofinha.
Eu digo NUNCA nessa vida.
Ai que você ri e diz... adoro.
Eu, pergunto, o que?
Você diz... esse teu jeito sem jeito de ficar sem jeito.
Eu digo... nah... é que sou bisonha mesmo...
...
Assim... engraçado que quando saímos juntos, você acaba falando mais que eu.
Eu fico calada prestando atenção nos teus mil assuntos num só assunto que não entendo como eles entraram num só assunto. 

Somos tão estranhos.

Principalmente nossos diálogos por mensagens.
Pois ao vivo tudo faz tão mais sentido.

Acho que é pelo fato de você me apertar e ter essa mania irritante de tocar meu joelho mesmo sabendo que sinto muita cosquinha, e ainda assim ao mesmo tempo continuar falando e rindo da minha cara dizendo em meio a frases sobre teus assuntos, que você sabe que eu sinto cosquinha e que é por isso que vai continuar tocando.
Isso mesmo se arriscando a levar uma chinelada. Você não tem amor a vida.
E é incrível como você tem assunto quando saímos.

Queria que nossas mensagens fossem assim tão intensas quanto nossas saídas.
Ah é... verdade... nunca serão.
Só sei uma coisa, me divirto muito! És uma ótima companhia!!! 


Ps: Pare de tocar meu joelho!!!!


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